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15 OUT
[Missão Paráclito comemora retorno aos palcos em celebração a Santa Dulce dos Pobres]

Missão Paráclito comemora retorno aos palcos em celebração a Santa Dulce dos Pobres

A banda pertence a Comunidade Católica Bom Pastor em Salvador
 

Os preparativos para a celebração da canonização de Santa Dulce dos Pobres estão nos ajustes finais. E uma das atrações da abertura do evento já está com tudo pronto para a apresentação. É a banda Missão Paráclito, formada há quase 15 anos.

Animados em participar deste momento que terá grande importância para o catolicismo no Brasil, a banda acredita que ao ser escolhida, além da honra, gerou certo nervosismo em representar bem a música religiosa. “A importância é tão grande que chega a assustar. É muita responsabilidade! Para a Missão Paráclito, enquanto banda, é notório que a visibilidade será de muita relevância. Não só para nós, mas para todas as bandas católicas que irão servir na celebração da Canonização de Santa Dulce dos Pobres. Será ótimo para o cenário católico baiano como um todo. É a oportunidade de mostrar nosso serviço para Deus”, conta Felipe Ferreira, baixista e diretor comercial da banda.

A Missão Paráclito foi criada em 2005, com o intuito de evangelizar principalmente os jovens, de forma dinâmica e usando especialmente a música e a dança, com planejamento para agregar outras expressões artísticas. “Atualmente, além da banda, também temos o corpo de balé. O principal estilo musical deste ministério é o pop rock. Temos como referência alguns cantores e bandas católicos. No ano de 2011, a Missão Paráclito lançou o seu 1° CD com o título em Direção a Ti. Chegamos a interromper nossas atividades por um tempo, devido às adversidades da vida, mas estamos retornando agora nesse ano de 2019. Assim, a Missão Paráclito volta a caminhar com coragem, força e muita determinação, confiante em um chamado que acreditamos que verdadeiramente vêm de Deus. Estamos certos de que o Senhor nos capacitará para cada desafio”, explicou o baixista.

Enquanto banda e cristãos, a Missão Paráclito acredita que agora com uma santa brasileira e de origem baiana, a fé católica conseguirá atingir mais pessoas. “A nossa santa foi uma pessoa muito próxima de nós baianos e se faz presente até hoje através de sua obra. Não enxergo exemplo maior de ser cristão. Os Santos são para nós, cristãos católicos, intercessores, bons exemplos que são fundamentais no serviço da evangelização, ajudando a tocar com mais profundidade cada pessoa”, finalizou Felipe.