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22 MAI
[31 dias com a mãe de Jesus: A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora]

31 dias com a mãe de Jesus: A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora


O título de Nossa Senhora das Dores, ou Virgem Dolorosa é celebrado no próximo dia 15 de setembro.


Hoje, 22 de maio, na série de matérias "31 dias com a Mãe de Jesus", recordamos "A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora", que lembra as principais dores sofridas pela Virgem Santa em sua vida terrena. O título de Nossa Senhora das Dores, ou Virgem Dolorosa é celebrado no próximo dia 15 de setembro. 


As 7 dores de Maria podem ser conhecidas a partir do Santo Evangelho: 

Primeira dor: A profecia de Simeão (Evangelho de São Lucas 2,33-35): 
"O pai e a mãe ficavam admirados com aquilo que diziam do menino. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: "Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será sinal de contradição uma espada traspassará a tua alma! e assim serão revelados os pensamentos de muitos coração". 

Segunda dor: A fuga para o Egito (Evangelho de São Mateus 2, 13-15)

Depois que os magos se retiraram, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo". José levantou-se, de noite com o menino e mãe, e retirou-se para o Egito e lá ficou até à morte de Herodes. Assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu filho".


Terceira dor: A Perda de Jesus no Templo (Evangelho de São Lucas 2, 42-52)

Quando completou doze anos, eles foram para a festa, como de costume. Terminados os dias da festa, enquanto eles voltavam, Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais percebessem.  Pensando que se encontrasse na caravana, caminharam um dia inteiro. Começaram então a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Mas, como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém, procurando-o.  Depois de três dias, o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Todos aqueles que ouviam o menino ficavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas.  Quando o viram, seus pais ficaram comovidos, e sua mãe lhe disse: “Filho, por que agiste assim conosco? Olha, teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura!” Ele respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devo estar naquilo que é de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam a palavra que ele lhes falou. Jesus desceu, então, com seus pais para Nazaré e era obediente a eles. Sua mãe guardava todas estas coisas no coração. E Jesus ia crescendo em sabedoria, tamanho e graça diante de Deus e dos homens. 

Quarta dor: Doloroso encontro no caminho do Calvário (Evangelho de São Lucas 23, 27-31)
Seguia-o uma grande multidão do povo, bem como de mulheres que batiam no peito e choravam por ele. Jesus, porém, voltou-se para elas e disse: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: ‘Felizes as estéreis, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram’. Então começarão a pedir às montanhas: ‘Caí sobre nós!’, e às colinas: ‘Escondei- nos!’ Pois, se fazem assim com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?” 

Quinta dor: Aos pés da Cruz (Evangelho de São João 19, 26-27)
Maria sempre esteve de pé diante do sofrimento que seu filho passou, como retrata o Evangelho: "Junto à cruz de Jesus, estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.


Sexta dor: Uma lança atravessa o coração de Jesus (Evangelho de São João 19, 33-35) 
Chegando a Jesus, viram que estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas,  mas um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. (Aquele que viu dá testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que vós, também, acrediteis.) 


Sétima dor: Jesus é sepultado (Evangelho de São João 19, 40-42)
Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram, com os perfumes, em faixas de linho, do modo como os judeus costumam sepultar.  No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ninguém tinha sido ainda sepultado. Por ser dia de preparação para os judeus, e como o túmulo estava perto, foi lá que eles colocaram Jesus. 

Foto: Reprodução / Canção Nova