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Colunas

Na espera do Senhor

04/12/2017 às 09:12.

Com o tempo do Advento, damos início a um novo ano litúrgico, por meio do qual, somos convidados a mergulhar nos mistérios da vida de Jesus. Com o Advento preparamo-nos para celebrar o mistério da Encarnação do Senhor, o seu Natal. Com esta finalidade preparatória, o Advento se configura como um tempo de espera e de esperança. Aguardamos o Senhor que vem e que é a luz que resplandece em meio as trevas.


No primeiro domingo do advento, bem como no segundo, somos convidados a refletir sobre a segunda vinda do Senhor, no fim dos tempos. Nas duas outras semanas, refletiremos e nos prepararemos para primeira vinda do Senhor. O convite que nos é feito nessa primeira semana é: sede vigilantes!


Somos, assim, convidados a aguardar o Senhor de modo consciente, ou seja, vivendo a nossa caminhada com um protagonismo que nos faz dar sentido as nossas ações e decisões. Trata-se de caminhar não de uma maneira leviana, deixando-se ser levado pela vida, mas conduzindo-a iluminados pela Palavra que é luz. Viver sem refletir e sem ter um para quê é como viver adormentado.


O Senhor vem no dia a dia da nossa vida, e é preciso estar atento para reconhecer os sinais da sua presença e seus apelos. Na verdade, podemos chamar tal realidade de terceira vinda do Senhor. Esta se dá na história de nossa existência. Ser vigilantes é buscar responder a esses apelos de Deus. Para isso, uma realidade é muito fundamental: a oração. É por meio dela, que o nosso coração se torna como uma antena de radar, capaz de captar os sinais de sua presença.


Caminhamos para o encontro com o Senhor. Ele se deixa encontrar! Vem para nos salvar, iluminando o nosso viver. As vindas de Deus são sempre para nos trazer paz, luz e salvação. Ele deseja encontrar-se conosco para iluminar a nossa vida que pode estar nas trevas.  Ser vigilante é deixar Deus entrar na nossa história e fazer acontecer a obra que precisa ser realizada na casa que somos nós.


É preciso ser vigilante para não ser surdo e cego ao Senhor que vem. Ele é o Esposo e, como tal, quer alegrar o coração da esposa que somos todos nós, a comunidade, o povo do Senhor. Não oponhamos resistência, mas deixemo-Lo entrar em nossa casa e façamo-la resplandecer com a sua luz.


Nossa prece que ser um hino de louvor pelo qual já reconhecemos os diversos dons que Deus nos concede, como assim o apóstolo Paulo convidava os coríntios a fazer. Mas quer ser também um clamor, por meio do qual elevamos os olhos e braços aos céus, chamando a Deus de pai e redentor, como nos conclamava o profeta Isaías, pedindo a Deus que intervenha neste mundo e na nossa caminhada. Vem, Senhor Jesus, e ilumina-me na noite da minha alma. Que ela seja toda luz em Ti.


Pe. Pedro Moraes Brito Júnior


 





Pe. Pedro Moraes Brito Júnior Pe. Pedro Moraes Brito Júnior